quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Christopher Robin - Um Reencontro Inesquecível | Críticas de Cinema - Efrem Pedroza



Direção: Marc Forster

Elenco: Ewan McGregor, Hayley Atwell, Mark Gatiss 

Gêneros: Aventura, Animação



Christopher Robin (Ewan McGregor) deixou, há anos, de embarcar nas aventuras do Bosque dos 100 Acres com seu companheiro Pooh e os demais animais. Com isso, Pooh e seus companheiros decidem adentrar o mundo real e resgatar o garotinho amável “adormecido” em um homem de negócios totalmente alheio ao seu passado de fantasia e histórias incríveis. 



Sem se preocupar com o confronto entre realismo e imaginação, com um roteiro que vai direto ao ponto, mas poderia arriscar um pouco mais “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível” é um verdadeiro convite ao público a mergulhar em uma aventura que nos faz realmente acreditar na existência de Pooh e os outros animais do Bosque. É simplesmente adorável!

Os efeitos computadorizados tornam os personagens em pelúcias “vivas” capazes de realizar qualquer feito, até mesmo ajudar o velho amigo, Christopher Robin em sua retomada de jornadas incríveis.

Em suma, o mais importante das antigas animações está presente; o conto de fadas e sua essência em uma nova roupagem que exibe com muita maestria a beleza e a melancolia, trazendo uma mensagem original e moderna. Uma fábula contada com o coração, de forma simples e doce como mel. 







Nota do crítico: 4,0



O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo
1,0 = ruim
2,0 = regular
3,0 = bom
4,0 = ótimo
5,0 = excelente

sábado, 11 de agosto de 2018

Megatubarão | Críticas de Cinema - Efrem Pedroza



Direção: Jon Turteltaub


Gênero: Suspense, Ação



Na fossa mais profunda do Oceano Pacífico, a tripulação de um submarino fica presa dentro do local após ser atacada por uma criatura pré-histórica que se achava estar extinta, um tubarão de mais de 20 metros de comprimento, o Megalodon. Para salvá-los, oceanógrafo chinês (Winston Chao) contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em água profundas que já encontrou com a criatura anteriormente.



"Megatubarão"  é um filme divertidíssimo  que, guardadas as devidas proporções, acerta em reproduzir o terror psicológico do clássico “Tubarão” de Spielberg, surpreendendo o público com as aparições do monstro colossal.

Apesar de em alguns momentos morosos que trabalham para construir um certo suspense, quando o gigante assassino aparece é de tirar o fôlego. Repleto de clichês que o gênero permite, mas sem medo nenhum de se assumir como tal, “Megatubarão” apresenta um bom roteiro, com momentos engraçados e visualmente bem realizado, sem exageros.

Tudo no filme conspira para que os sustos, gritos e histeria sejam garantidos, e de fato são, mas sabemos que Jason Statham está lá para resolver a situação. 

Confesso que é raro, atualmente, um filme desse gênero divertir tanto até o fim. 



Nota do crítico: 4,0

O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo
1,0 = ruim
2,0 = regular
3,0 = bom
4,0 = ótimo
5,0 = excelente

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Missão Impossível - Efeito Fallout | Críticas de Cinema - Efrem Pedroza



Direção: Christopher McQuarrie

Elenco: Tom Cruise, Henry Cavill, Rebecca Ferguson

Gêneros: Ação, Espionagem, Suspense



O mais novo filme da franquia “Missão Impossível”, institulado “Missão Impossível – Efeito Fallout” já está nos cinemas com o básico da ação resgatado de forma imponente. Franquia reconhecida por sua excelência do gênero, tudo começou no ano de 1996 e desde então, o agente Ethan Hunt (Tom Cruise) ganhou de vez o respeito e carinho do público. 



Em  “Missão Impossível – Efeito Fallout”, o fôlego da cinesérie não só foi renovado como parece apontar para uma vida longa nas telonas, enquanto Tom Cruise quiser e tiver condicionamento físico para tal, já que o ator dispensa dublês, apesar dos seus bem vividos 56 anos de idade.

A cada produção, ritmo e trilha sonora se tornam mais e mais alucinantes e em “Efeito Fallout” as quase 3 horas de filme passam como se fossem 3 minutos, carregados de adrenalina em seu mais alto nível!

O roteiro de Christopher McQuarrie é repleto de surpresas e quando Ethan começa sua missão ele não para! O maior desafio ao assistir esse filme é, manter-se frio, calculista e por último e não menos importante, montar o quebra-cabeças da trama. Prepare-se mentalmente e fisicamente. Se conseguir, considere-se pronto para a próxima missão junto ao agente Hunt. 






Nota do crítico: 5,0

O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo
1,0 = ruim
2,0 = regular
3,0 = bom
4,0 = ótimo
5,0 = excelente




sexta-feira, 6 de julho de 2018

Homem-Formiga e Vespa | Críticas de Cinema - Efrem Pedroza


Direção: Peyton Reed

Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Douglas

Michelle Marie Pfeiffer, Michael Peña, Laurence Fishburne e Hannah John-Kamen. 


Gêneros: Ação, Ficção científica, Aventura 

Após se juntar e ajudar o Capitão América na luta contra o Homem de Ferro em "Capitão América - Guerra Civil", Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Scott então se aposenta momentaneamente do uniforme do Homem-Formiga. Faltando três dias para o fim deste prazo, Scott tem um sonho estranho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no reino quântico em um missão com o primeiro Homem-Formiga (Michael Douglas). Scott encontra o Dr. Hank Pym  e sua filha Hope (Evangeline Lilly) a procura de explicações e é imediatamente integrado por pai e filha a fim de que possa ajudá-los em seu plano: resgatar Janet de seu limbo através de um túnel quântico. 

E depois dos acontecimentos brutais envolvendo "Vingadores - Guerra Infinita", "Homem-Formiga e Vespa" teve sua mais do que aguardada. Humor, ação e até mesmo uma dose romance são os ingredientes do segundo filme deste super-herói que agora não está mais sozinho. A Vespa de Evangeline Lilly rouba a cena por diversas vezes e pode apostar que a Marvel vai preparar um filme com suas supermulheres dos quadrinhos, além de expandir o universo feminino ainda mais neste quesito. Aliás, as mulheres (todas) do elenco tem seu papel de destaque. Quanto ao filme, pode esperar tudo o que já falei aqui (uma receita básica). Um bom entretenimento, apesar de o primeiro filme ter sido muito melhor nos quesitos ação e humor. Não quero e nem vou entregar muito, mas vamos ao que vocês mais anseiam. O filme tem duas cenas pós-créditos... Uma conecta "Homem-Formiga e Vespa" a "Vingadores - Guerra Infinita" de forma arrebatadora! Já a segunda cena pós-créditos, deixo aqui a minha gargalhada e você vai entender... Hahahahahahahaha!!!

Nota do crítico: 3,0
O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo
1,0 = ruim
2,0 = regular
3,0 = bom
4,0 = ótimo
5,0 = excelente


quinta-feira, 28 de junho de 2018

Os Incríveis 2 | Críticas de Cinema - Efrem Pedroza


Direção: Brad Bird


Gêneros Animação, Família

A espera de 14 anos enfim acabou. E vamos logo ao ponto que interessa... Em "Os Incríveis 2" temos uma ligeira inversão de papéis, onde a Mulher Elástica entra em ação pra deixar o Sr. Incrível cuidando dos 3 filhos, tarefa árdua para super-herói nenhum colocar defeito. Beto "luta" muito para ser um excelente pai e se depara com a dificuldade de Helena Pêra que além de cuidar da casa (agora não mais) também é uma super-heroína... Uma sacada e tanto!
A história continua exatamente de onde o primeiro filme terminou e as dificuldades enfrentadas pelos heróis, que não são aceitos pela sociedade, persistem. Em outras palavras, não é nada fácil tentar levar uma vida "normal" quando a maioria vê na figura do herói uma possível ameaça. 
A PIXAR consegue garantir uma ambientação bem ao estilo "quadrinhos de super-heróis" com a expansão do universo de "Os Incríveis" e possibilidades mil para cenários futuros. Outro fator de destaque está relacionado a computação gráfica que evoluiu muito nesses longos anos desde o primeiro filme da "Família Pêra". 
Por último e não menos importante, o humor se mantém em excelente nível como no primeiro longa. Zezé é o responsável pela maioria das situações engraçadas e Edna Moda, mesmo que em curta aparição, rouba a cena. 
A essência de "Os Incríveis" foi mantida nessa sequência e, em época de Copa do Mundo, é viável usar o termo "em time que tá ganhando não se mexe", pois quanto mais assistimos os super-heróis dessa família em ação, mais queremos... E que venha o terceiro filme, mesmo sem a presença do talentoso diretor e roteirista Brad Bird garantida. Vale a pena arriscar...  


Nota do crítico: 5,0
O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo
1,0 = ruim
2,0 = regular
3,0 = bom
4,0 = ótimo
5,0 = excelente

domingo, 11 de março de 2018

PANINI LANÇA PRIMEIRO VOLUME DO MANGÁ ´INNOCENT’, E AMPLIA SEU PORTFÓLIO COM UM TEMA HISTÓRICO, CLÁSSICO E CONTEMPORÂNEO



PANINI está diversificando seu portfólio, trazendo um mangá com um tema histórico, clássico e contemporâneo ao mesmo tempo: Innocent, de Shin’ichiSakamoto, série bimestral em 9 volumes que chega às bancas de todo o Brasil, com 208 páginas, ao preço de R$ 21,90.

Trata-se da história da família Sanson, os executores reais da França, em especial Charles-Henri Sanson, o criador da guilhotina. Relata o período pré-Revolução Francesa.

Innocent é um mangá exuberante, com traço elegante e repleto de detalhes, que retrata o principal motivo que levou à Revolução Francesa: os excessos da corte enquanto o povo esmorecia. Ao mesmo tempo, a publicação aborda os dilemas pessoais do protagonista.

O volume 1 de Innocent está disponível nas bancas, livrarias, comic shops e na loja online da PANINI (www.lojapanini.com.br) a partir do dia 9 de março.




SINOPSE

No século XVIII, baseada nos princípios de “liberdade, igualdade e fraternidade”, ocorreu a Revolução Francesa, ponto de partida da sociedade atual. Charles-Henri Sanson viveu nessa época nefasta e foi o quarto chefe da família Sanson, uma linhagem de carrascos reais de Paris. É revelada a biografia histórica desse personagem que enfrentou com nobreza e inocência um destino cruel.

FICHA TÉCNICA 
Innocent #1 – de Shin’ichi Sakamoto
Tamanho: 13,7x20cm
Preço: R$ 21,90
Acabamento: Capa laminação fosca, com verniz localizado e orelhas, miolo em offset 90, com páginas preto e branco e coloridas.
Páginas: 208
Distribuição: Nacional
Periodicidade: Bimestral (9 edições)
Lançamento: março/2018




MAGALI É A GRANDE ESTRELA DE NOVO LANÇAMENTO DA SÉRIE “TURMA DA MÔNICA JOVEM EM CORES”, PELA PANINI



A Panini acaba de lançar mais um volume da coleção Turma da Mônica Jovem EM CORES: Magali: Coração e garra. A série - lançada de 2009 a 2013, agora relançada em versão colecionador -,  terá 5 volumes com lançamentos trimestrais para a alegria dos aficionados, trazendo aventuras completas e totalmente coloridas, em capa dura e em papel couché, com 108 páginas, por R$ 39,90.




Em Magali – Coração e garra, o leitor vai descobrir um reino secreto onde vivem misteriosos e poderosos felinos que odeiam a humanidade por maltratar os animais. Quando o rei do povo-gato aprisiona toda a Turma por essa razão, Magali deverá enfrentar com graça e bondade os desafios e provar que há aqueles que respeitam todos os seres vivos.

Ficha Técnica
108 págs.
27,5 x 19 cm.
Miolo papel couché
Capa dura: R$ 39,90.

Sobre a Turma da Mônica Jovem

O lançamento da revista Turma da Mônica Jovem aconteceu em 2008, em que os personagens outrora eternamente crianças finalmente crescem e se tornam adolescentes. É um fenômeno editorial sem precedentes que tomou conta das bancas, colégios, shoppings, rodas de conversas e onde quer que jovens leitores estivessem reunidos.